A algum tempo atrás, o fim de um relacionamento de 10 anos, um filho pequeno e uma grande crise financeira me ajudaram a entender o real perigo e o tamanho da limitação que eu estava criando diante de mim mesma, do buraco de frustrações e mágoas que eu havia caído.
E foi esse o real motivo, um grande sonho e o desejo ardente por mudanças que me fez dedicar os últimos anos da minha vida a conhecer, entender, planejar e EXECUTAR a mudança que eu queria para mim e para minha vida, uma mudança no meu mapa mental para viver prosperidade e enriquecer.
E foi justamente nessa fase de renovação, neste movimento de querer dar conta de tudo sozinha, entre incertezas e problemas que surgiam, o foco foi ficando cada vez mais longe de mim, eu fui me bloqueando cada vez mais da minha real essência e do meu propósito, nessa fase cheia de descobertas onde eu cheguei a trabalhar até 12h por dia que eu consegui compreender que o real vilão estava dentro de mim, e esse vilão era o desequilíbrio da minha energia feminina, eu estava vivendo na falta, na culpa, na tristeza, eu havia me perdido de mim mesma, eu estava lutando como uma guerreira com armas e esforços externos quando na verdade eu apenas precisava olhar para minhas emoções, fazer as pazes com meu passado, com meus pais e com minha vida presente para eu ter forças para ir além.
Somente depois de enxergar isso, começar estudar, me autoconhecer, fazer cursos, ter um mentor e de começar tomar atitudes práticas na minha rotina, no meu dia a dia… Que as coisas realmente voltaram a ficar alinhadas, começaram a melhorar e eu consegui de maneira equilibrada chegar em cada objetivo meu, 1 por 1 todos foram se concretizando, logicamente com muito trabalho, mas também com o meu interno, minhas emoções, com o meu feminino super alinhado com meu masculino.
Aprendi a me amar de verdade, cuidar de mim, me dar valor e fazer também as coisas que gosto e me fazem feliz. Larguei as armas, me tornei uma pessoa leve e fácil de conviver, mas isso nunca me impediu de impor aquilo que quero e dizer não quando eu tenho vontade.